Cientista explica pesquisas com células-tronco ligadas ao Alzheimer

14/06/2013 23:28

As células-tronco serão peças-chave para encontrar a cura da doença de Alzheimer.

Quanto a isso o neurocientista Lawrence Goldstein, professor da Universidade da Califórnia em San Diego e um dos principais pesquisadores da área, não tem dúvidas.

Mas ele não vê futuro em pesquisas que buscam desenvolver terapias de substituição dos neurônios defeituosos.

Para ele, as células-tronco são, na verdade, ferramentas que permitirão compreender o que acontece de errado no cérebro e leva ao desenvolvimento da doença.

Com auxílio da tecnologia que permite criar células-tronco pluripotentes induzidas (IPS, na sigla em inglês), o cientista desenvolveu um método que permite transformar células da pele de pacientes com Alzheimer em neurônios.

O objetivo, agora, é estudar neurônios de portadores de uma forma hereditária da doença para descobrir quais são os processos bioquímicos alterados que poderiam ser manipulados - por meio de drogas ou métodos genéticos - a fim de reverter o problema.

Lawrence Goldstein